
poetas deambulam
caem pela penumbra
perdem-se pelas ruelas
alguns em becos e travessas
deixam rasto... possivelmente
ou não...
uns com cheiro pestileno, outros...
um rasto de patcholly
todos dizem-se poetas
mas poucos vivem como tal
meras e humildes pessoas
que sonham
mas não fazem
assim são os poetas do nosso quotidiano
quem os percebe
não os quero perceber
muito menos entender
só quero beber o meu café
e atirar fumo ás nuvens
talvez crie uma transfiguração
digna de imaginação ...
ou entao ...
digna de nada
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