26.9.09

só vos digo isto ...

sim hoje das 16 às 18

hoje das 16 às 18 criei mímica com as palavras, passeei sobre ripas de madeira a entoar poemas, ouvi o eugénio qe já não ouvia a tanto tempo, tive saudades tuas eugénio, continua aparecer , reli-te sofia, olha talvez daqui a pouco vou até ao teu miradouro, que bela vista tens por lisboa, invejo-te sabes, o'neill ai grande amigo dos momentos fugazes em que ia às livrarias para saborear as tuas palavras, saudades da tua metafisica alexandre

nao satisfeitos com a primeira resposta ...perguntaram ... escreves para ?




eu escrevo para sonhar, sonhar não, realizar, escrevo para ir ali e voltar, escrevo para imaginar, imaginar não, comcretizar. Eu escrevo para alguém um dia ler e ficar com um sorriso nos lábios e com um pensamento inquisidor e filosófico dentro de si para buscar as mesmas respostas que eu mesmo procuro, ou seja escrevo para passar a palavra, prometes que passas a palavra?

perguntaram-me de onde vem a minha escrita ...




a minha escrita vem da vida, do ar, do olhar,vem da mão, do apertar da caneta contra a pele, vem da concentração, vem da abstracção total, vem do abstracto, vem de um sítio que já soube o nome, vem de um local que visito uma vez ou outra, vem do horizonte, vem do infinito ou talvez vem do zero, não sei bem, e vem desta folha de papel branco em que pressiono com força a minha intenção.

7.9.09