30.9.09
26.9.09
sim hoje das 16 às 18
hoje das 16 às 18 criei mímica com as palavras, passeei sobre ripas de madeira a entoar poemas, ouvi o eugénio qe já não ouvia a tanto tempo, tive saudades tuas eugénio, continua aparecer , reli-te sofia, olha talvez daqui a pouco vou até ao teu miradouro, que bela vista tens por lisboa, invejo-te sabes, o'neill ai grande amigo dos momentos fugazes em que ia às livrarias para saborear as tuas palavras, saudades da tua metafisica alexandre
nao satisfeitos com a primeira resposta ...perguntaram ... escreves para ?

eu escrevo para sonhar, sonhar não, realizar, escrevo para ir ali e voltar, escrevo para imaginar, imaginar não, comcretizar. Eu escrevo para alguém um dia ler e ficar com um sorriso nos lábios e com um pensamento inquisidor e filosófico dentro de si para buscar as mesmas respostas que eu mesmo procuro, ou seja escrevo para passar a palavra, prometes que passas a palavra?
perguntaram-me de onde vem a minha escrita ...

a minha escrita vem da vida, do ar, do olhar,vem da mão, do apertar da caneta contra a pele, vem da concentração, vem da abstracção total, vem do abstracto, vem de um sítio que já soube o nome, vem de um local que visito uma vez ou outra, vem do horizonte, vem do infinito ou talvez vem do zero, não sei bem, e vem desta folha de papel branco em que pressiono com força a minha intenção.
20.9.09
10.9.09
8.9.09
Alguem disse ... e que seja bem claro ...
a leitura alarga a alma e um amigo esclarecido dá-lhe consolo ...
7.9.09
inocência/carência infantil
dá minha varanda, sabes ...
quando olho para o chao ...
vejo o céu... verdade ...
é azul...
tem duas estrelas ...
uma cintilante ...
outra nem por isso ...
porque será ?
explicas-me ...
quando olho para o chao ...
vejo o céu... verdade ...
é azul...
tem duas estrelas ...
uma cintilante ...
outra nem por isso ...
porque será ?
explicas-me ...
6.9.09
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